Casa da Palavra



A Casa da Palavra é um espaço dedicado à cultural literária. O seu trabalho é voltado aos amantes da literatura, filosofia, artistas e estudantes.

Ela abriga em seu espaço a Escola Livre de Literatura, que se destina exclusivamente à difusão da Literatura, e à formação de novos leitores e escritores.

Este espaço é um equipamento da Secretaria de Cultura de Santo André.

Local: Praça do Carmo, 171, Centro – Santo André, SP.
Contato: 4992-7218


sábado

Aristides Theodoro


Nasceu em Utinga - Bahia em 27 de novembro de 1937. É jornalista aposentado, poeta, contista e resenhista.
Publicou: "Dandaluanda" (poesia), 1982. "O poeta passeia por São Paulo num sábado à tarde" (poesia), 1991. "Poeminha sem realismo para Ruth" (poesia), 1996. "Estórias de Curiapeba" (contos), 1996. "Os bichos na literatura mundial" (curiosidades literárias), 2000. "Não contribuirei com um só óbolo para a construção do novo mundo" (poesia). 2002. "O homem que liquidou o trovão a tiro de clavinote e outras estórias" (contos) 2003. "Manifestações literárias em Mauá" - Colégio Brasileiro de Poetas, seus fundadores, associados e outros escritores da cidade (história literária e crítica), 2004. "O cangaceiro e outras estórias de Curiapeba" (contos), 2006.

Colabora com jornais e revistas no Brasil e no exterior. Participa de vários movimentos literários como o grupo Taba de Corumbê, de Mauá, Escola Lire de Literatura, Santo André, Movimento Literário da Biblioteca de São Caetano, etc.
É verbete do "Dicionário de Autores Baianos", editado pelo Governo do estado da Bahia, em 2006.
Tem trabalhos publicados no boletim "International Poetry", publicado pela Univesity of Colorado, Boulder, a cargo da professora Teresinka Pereira.
Mantém uma coluna no jornal "a Voz de Mauá" há 35 anos, escrevendo semanalmente um conto, uma crítica literária ou poema. Possui alguns livros inéditos a procura de editor.
É criador da cidade imaginária de Curiapeba, fincada no meio do sertão baiano.



Aristides theodoro


5 comentários:

Cecél Garcia disse...

ALERTA AOS LEITORES, AMIGOS E AFETOS DE:
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ARISTIDES THEODORO
No triste, bizarro, patético e infeliz atentado de relacionar o Escritor e Poeta Aristides Theodoro (já com 13 obras editadas) e um ícone expoente em integridade e inteligência de singular caráter.
Bem como, cidadão, morador, conhecido e reconhecido em Mauá, onde reside e, das seis cidades que compõem o grande ABCDR e Rio Grande da Serra e da grande São Paulo, bem como, de muitos, que respiram a expectativa de lerem, relerem suas obras já escritas e de suas futuras.
Alguém, com certo sentimento xiita que traz em seus desejos que o mundo se transforme numa faixa de Gaza. E que, com seus atos de vingança gratuita, merece os refletores apagados da vergonhosa treva, do verme canalhada da hipocrisia promíscua, do acento no banco dos réus do machismo, da manipulação ordinária e do preconceito intrínseco e flagrante em suas sorrateiras ações que a inveja e o ciúme alimenta.
Esse ser que vive em razão de perseguir e tentar, inutilmente, ofuscar a paz e a missão agraciada por Deus de Aristides Theodoro.
Aquele que destrói e que vegeta á sombra da covardia e que no interior de sua doentia tentativa natimorta de convencer aos que respiram as escritas de Theodoro, negligenciando a inteligência e capacidade de analise de muitos, que Aristides jaz no campo da inverdade, falência financeira, como se o dinheiro alimentasse o âmago desse poeta de cinqüenta anos de produção de beleza emocional e literária.
Claro que não vamos aqui declinar o nome da já declinada criatura. Óbvio que não vamos nominar o inominável senil. Mas temos, como servidores voluntários que o somos, daquilo que chamamos de dignidade e simpáticos para com aquilo que emana da verdade e da semente do belo. Advogar a favor da causa chamada e clamada por muitos de... Aristides Theodoro.
Até por que como já diz a máxima das máximas em relação à sociologia antropológica, acadêmica, espiritual e secular...
“Cada um fala, faz e dá daquilo que seu coração esta cheio”.
Aristides Theodoro... É em nome de sua obra e de tudo que a mesma nos alimenta de esperança, graça, prazer, ensinamento e aprendizado que lhe eternizara nas florestas, oceanos e céus de maravilhas letradas. Que te pedimos, perdoe imperdoável e infeliz que não consegue viver sem aceitar teu merecido sucesso.
Cecél Garcia

Cecél Garcia disse...

GRANA & SALLES SALVE-NOS.

Faço parte de um grupo de: escritores, poetas, contistas e outros plantadores de sementes do belo.

E nos reunimos todas as segundas terças de cada mês, para: apresentar nossas criações, trocarmos, formarmos e nos informarmos sobre o que nos envolve que é o ato, compulsivo, do escrever.

E nesse espaço, plural, reunimos pessoas sem distinção de: credo, raça, opção social, política e sexual, assim como idade e regionalidade.

Porém, estamos já na UTI do descaso e do semi-abandono, por parte dessa gestão da Pasta da Cultura atual, e, isso não de hoje.

A biblioteca Nair Lacerda, esta jogada as traças, instalações e reparos, na mesma, só foram conseguidos graças a nossa intervenção junto ao nosso Diário do Grande Abc que publicou nossa angustia.

Falta ainda, uma oxigenação em todos os setores da mesma: banheiros, lavatórios, bebedouros e outros desleixos. Faltam até jornais que são, como nosso Diário, formadores e informadores de opinião.

E já estamos procurando outro espaço, isso para podermos sobreviver, pois nesse grupo contamos com escritores com mais de 30 obras já editadas.

Nesse grupo temos uma das únicas representantes dos Cordéis das Sete Cidades Iracema M. Régis.

E além de outros, temos – ainda – Aristides Theodoro conhecido e sofrendo o mesmo infortúnio.

Precisamos de quem - com uma boia salva-vidas do reconhecimento digno da legitimidade – nos salve !!!

Cecél Garcia

Anônimo disse...

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O meu primeiro encontro com Aristides Theodoro

O encontro

Para andar em São Paulo você precisa de ao menos quatro pares de olhos bem atentos para tentar não ser assaltado, estuprado, assassinado, enganado, empurrado ao chão... tudo ao mesmo tempo.
O telefone toca e você está espremido com um brutamontes de cada lado. Estica o braço, tenta alcançar o bolso para atender a chamada, poucos segundos eternos.
Quando consegue atender, não há como posicionar o braço para tentar falar. E o outro lado da linha desiste.
O livro que leio exprime quem sou. E o senhor ao meu lado me diz: "também sou escritor". Ele deve ser dos bons, como sabia tanto sobre mim, só pelo livro que eu lia? Ele me sacou logo de cara.
Mostrou-me uma de suas obras, Aristides Theodoro era o nome que estava na capa. Obviamente fui pesquisar assim que ele despediu-se de mim. O cara é simplesmente o maior poeta vivo da história de minha cidade, Mauá...
...Como sou inculto, provido de imensurável ignorância. Um momento único de duas gerações apaixonadas pela literatura, e eu não me dei conta da grandiosidade do momento, apesar de ter aproveitado para sugar um pouco de experiência e sabedoria, com a atenção que eu sempre soube dar aos mais experientes.
Em São Paulo você encontra de tudo, até quem não é de lá.

Rick Semog

Anônimo disse...

Estou montando um sarau em minha escola, e um dos autores é o Aristides, com o poema 'O patriota' , tem-se alguma forma de entrar em contato com ele?