Casa da Palavra



A Casa da Palavra é um espaço dedicado à cultural literária. O seu trabalho é voltado aos amantes da literatura, filosofia, artistas e estudantes.

Ela abriga em seu espaço a Escola Livre de Literatura, que se destina exclusivamente à difusão da Literatura, e à formação de novos leitores e escritores.

Este espaço é um equipamento da Secretaria de Cultura de Santo André.

Local: Praça do Carmo, 171, Centro – Santo André, SP.
Contato: 4992-7218


segunda-feira

Capítulos da literatura brasileira

Hoje, dia 11, segunda, 19h30 – O pré-modernismo e o “caso” Augusto dos Anjos serão o tema da aula do Prof. Sérgio Alcides, no curso livre de história da literatura brasileira, formado por diversas aulas independentes, que podem ser assistidas como palestras temáticas.



Poeta e crítico, Sérgio Alcides é autor dos poemas de O ar das cidades e do estudo Estes Penhascos: Claudio Manuel da Costa e a paisagem das Minas, que resultou de sua dissertação de mestrado na PUC/RJ. É também doutor em História Social pela USP, com tese sobr o poeta português Sá de Miranda.

sábado

Leitores Itinerantes

A Escola Livre de Literatura está selecionando alunos que tenham interesse em participar do projeto Leitores Itinerantes, parceria da ELL com a Gerência de Bibliotecas, que circulará nove bibliotecas ramais e a distrital da cidade apresentando grandes autores de nossa literatura. O projeto visa fomentar atividades culturais nos bairros e nas bibliotecas e difundir as atividades de formação da Escola Livre de Literatura. Como conseqüência, transforma os alunos da ELL em “multiplicadores” e forma público para as diversas atividades da Casa da Palavra. Todas as atividades ocorrerão em setembro, outubro e novembro. Serão selecionados 10 alunos, que receberão ajuda de custo. O prazo de inscrições foi prorrogado até 9 de agosto.

A poesia invade o ouvido

Coordenado pelo ator e poeta Carlos Lotto, o grupo tem por objetivo estimular a leitura pública de poesia, fazendo-a saltar dos livros para os ouvidos e, no mesmo movimento, acender no público a vontade de ir aos livros para procurar mais poesia. Ida e volta. A cada mês, o grupo terá dois encontros de ensaio e uma apresentação aberta ao público em geral, inclusive com músicos convidados. Nos ensaios, Carlos Lotto – que vem com todo o gás de suas apresentações para públicos tão grandes quanto imprevisíveis no Festival de Inverno de Paranapiacaba – ensinará em detalhe a técnica (e a paixão) do recital: desde a escolha do poema até a forma como o leitor deve ocupar o espaço com seu corpo e sua voz, criando uma “atmosfera” propícia à integração com o público por meio da palavra poética. Os ensaios começam em 14 de agosto.

Para maiores informações:
CASA DA PALAVRA
Praça do Carmo, 171,
Centro – [11] 4992.7218

quarta-feira

A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica

Este ensaio será o novo texto discutido pelo Núcleo de Estudos que se reúne toda terça, 19:30h, na Casa da Palavra. Todos estão convidados.

Ensaio originalmente publicado em Francês na revista do Instituto de Investigação Social Zeitschrift für Sozialforschung, em 1936, quando o autor se encontrava refugiado em Paris devido à perseguição dos judeus alemães pelo regime nazista. É o mais conhecido e citado ensaio de Walter Benjamin, que neste texto discute as novas potencialidades artísticas — essencialmente numa dimensão política — decorrentes da reprodutibilidade técnica. Em épocas anteriores a experiência da obra de arte era condicionada pela sua aura, isto é, pela distância e reverência que cada obra de arte, na medida em que é única, impõe ao observador. Primeiro — nas sociedades tradicionais ou pré-modernas — pelo modo como vinha associada ao ritual ou à experiência religiosa; depois — com o advento da sociedade moderna burguesa — pelo seu valor de distinção social, contribuindo para colocar num plano à parte aqueles que podem aceder à obra «autêntica». O aparecimento e desenvolvimento de formas de arte (começando pela fotografia) em que deixa de fazer sentido distinguir entre original e cópia traduz-se no fim dessa «aura», o que liberta a arte para novas possibilidades, tornando o seu acesso mais democrático e permitindo que esta contribua para uma «politização da estética» que contrarie a «estetização da política» típica dos movimentos fascistas e totalitários dominantes no momento em que Benjamin escreve esse ensaio. (texto retirado do wikipedia.org)